quinta-feira, 12 de março de 2020

ERVAS E ESPECIARIAS

Tereza Cury, da Companhia das Ervas, dá dicas e informações sobre diferentes plantas e as melhores combinações para utilizar, especialmente para o portal MeuCardapio.
Ervas e especiarias são aliadas importantes na cozinha para dar aquele toque especial, sabor diferenciado e muitas vezes exclusivo, que resulta em elogios. “O papel das ervas e das especiarias na cozinha é enriquecer o sabor dos alimentos e aumentar o nosso prazer gustativo, quer em refeições do dia a dia ou em pratos mais exóticos”, afirma Tereza Cury, da Companhia das Ervas. As ervas são folhas de plantas, frescas ou secas. As especiarias são as partes aromáticas de plantas tropicais: rebentos, frutos, bagas, raízes ou cascas, normalmente secas, explica a especialista.

“O uso das ervas e das especiarias de cada região do mundo foi determinado, principalmente pelo que a natureza oferece, dependendo do clima e do solo. Por esse motivo é que os pratos da cozinha mundial são caracterizados por combinações específicas de ervas, especiarias e temperos e definem a culinária de cada país”, diz Tereza.

No Brasil já encontramos grande variedade. Tereza nos traz mais informações sobre algumas delas:

- A -
Açafrão: É o estigma ou pistilo retirado da flor chamada ‘croco’. São necessárias 250 mil flores para se extrair 500 gramas de estigma, o que justifica seu alto preço. Produzido na Espanha, na Itália e no Irã. O mais utilizado no Brasil é o espanhol. Essa especiaria é encontrada em pó ou o próprio estigma. Entra em pratos com peixes como a paella, a zarzuela e o bouillabaisse. Também em pães, bolos e risotos.

Açafrão da terra ou cúrcuma: - Raiz de uma planta da família do gengibre de cor amarelo alaranjado. Cultivado em países de clima tropical. Essa especiaria é usada na coloração de alimentos como arroz, ensopados, caldos e pães em geral. Tem sabor, aroma e custo muito diferente do açafrão.

Aniz estrelado: Com forma de estrela, essa especiaria é usada em pratos orientais que levam na preparação porco, pato, galinha ou vegetais; pratos temperados com molho de soja. Também no preparo de doces. Pode ser acrescentada ao chá mate dando um sabor especial.

Aipo ou aipo rábano: Raiz da família do salsão que é usada, após desidratada e transformada em pó, no tempero de salada de folhas e legumes, em molhos de tomate, sopas e caldo verde.

Alecrim: Erva de sabor acentuado que deve ser usada com discrição em legumes, como batatas, aves, carnes de caça e em especial no assado de cordeiro.

Alho: Base do tempero da cozinha moderna. É apropriado para carnes em geral, molhos e massas.

- B -
Baunilha: Vagem de uma orquídea trepadeira. A maneira mais comum de usar é cortando a vagem ao meio e raspando a polpa interna para acrescentar em receitas doces de bolos e pudins. A vagem pode ser ainda guardada junto com açúcar para incrementar preparações ou apenas para adoçar o leite, o café ou o chocolate quente.

Beterraba: Após desidratada e transformada em pó, pode ser usada como corante natural de massas, pães, purês, arroz e patês.

- C -
Canela em pó ou em pau: -Usada para aromatizar calda de doces, frutas assadas, especialmente banana e maçã, no arroz doce e como tempero de receitas salgadas como carnes de caça.

Cardamomo: Especiaria proveniente da Índia. É usada em bolos, bolachas, licores, café e conservas de arenque. Seu sabor cítrico lembra uma mistura de gengibre, canela e limão, surpreende o paladar se usada em carnes exóticas ou salada de frutas.

Cebola: Indicada para uso em qualquer composição de molho ou tempero líquido, que permita que ela se hidrate. É importante no tempero de carnes em geral.

Cebolinha verde: Erva de sabor delicado e agradável que pode ser usada nos mais variados pratos como molhos, patês, massas, omeletes, carnes e peixes. Pode-se usar também para decoração de pratos.

Cheiro Verde: Mistura das ervas salsa e cebolinha verde muito usada na gastronomia brasileira. É usada na maioria dos pratos tanto decorando como dando especial sabor.

Colorífico ou colorau: Especiaria cuja base é o urucum e usada c
Joelma Sousa Silva Do Nascimento
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[18:48:16]PLANTAS MEDICINAIS:
omo corante natural. Dá uma cor avermelhada em ensopados, molhos e arroz. É também usada em patês e carnes em geral.

Coentro: Podemos utilizar a folha dessa planta e suas sementes. Essa erva ou especiaria é usada em pratos com peixes e frutos do mar. Indispensável na moqueca de peixe e camarão.

Cominho: Semente que pode ser usada também em pó. Tem aroma e sabor marcante, por isso precisa ser usado com parcimônia. É ingrediente básico da culinária nordestina e da mexicana, usado em carnes, peixes, legumes e ovos.

Cravo: É o botão de uma flor colhida antes de desabrochar. Usado em caldas de doces, em tortas, biscoitos, pão de mel, bolachas, bolos e bebidas, como o quentão ou chás.

Curry: Condimento à base de uma mistura de várias especiarias. É um ingrediente tradicional nos pratos da Índia. Encontrado com grande variação na sua composição. A quantidade de cada ingrediente da mistura é determinada pelo prato ou receita no qual será utilizada. Tem curry mais picantes que outros, com mais ou menos açafrão da terra ou cominho. Indicado em receitas com frangos, carnes e legumes. De sabor marcante e inconfundível.

- D -
Dill ou Aneto: Erva de sabor delicado usada na culinária européia em legumes, peixes, queijos e omeletes. É o ingrediente básico para o tempero do salmão.

- E -
Endro: Semente da planta do dill. Utilizada no tempero de peixes, chucrutes, sopas, saladas e patês. Entra na composição da calda de picles e frutas em calda.

Erva doce: Semente usada para chás, em biscoitos, bolos, pães, tortas de frutas, maçãs assadas e caldas de doces.

Ervas de Provence: Mistura de ervas tipicamente francesas, da região de Provence, daí sua denominação. Cada chef e cada receita têm seu segredo quanto à variação e proporções de cada erva. O uso é indicado em receitas com legumes e verduras, pratos com ovos, frango e peixe. Deve-se acrescentar esse ingrediente somente ao servir para realçar o seu sabor.

_Fatores que diminuem a IMUNIDADE


Estresse - um dos piores inimigos, pois reduz a ação das células de defesa, principalmente os linfócitos que combatem os vírus, elevando os níveis de adrenalina e cortisol, um imunodepressor. O estresse é provocado pela vida agitada, os problemas diários, as preocupações excessivas, o excesso de trabalho ou estudos, etc.

Vida sedentária – Com ela os radicais ácidos se acumulam nos músculos e nos demais tecidos, reduzindo o pH do corpo e favorecendo as doenças virais e bacterianas.

Ar condicionado - Deve ser evitado a todo custo, pois desidrata o ar, ressecando as mucosas e produzindo desequilíbrio térmico no organismo. Faz muito mal.

Hábitos perniciosos - Tabagismo, alcoolismo, drogas, excesso de remédios farmacológicos, etc., são, decididamente, fatores que reduzem a capacidade de defesa do organismo.

Certamente que muitas mudanças propostas são sacrificantes, mas tudo é uma questão de ajuste e adaptação, sendo que, os resultados são altamente benéficos, não só em relação à gripe suina, mas à saúde em geral.:warning:

Atividade física, sol e ar livre. Sempre importante em qualquer aspecto para uma saúde melhor.

Frutas em geral. As frutas, principalmente as cítricas, ajudam a alcalinizar o sangue e são ricas em minerais e vitaminas, favorecendo a saúde e protegendo o organismo. Pessoas que consomem poucas frutas estão muito mais sujeitas, não só às viroses, quanto a qualquer outra enfermidade.

*Outros alimentos que ajudam a proteger o corpo e aumentar a imunidade*

Alho e cebola: Ambos contêm substâncias que estimulam enzimas e inibem o crescimento bacteriano

Tomate: Por ser rico em licopeno, é aliado para combater doenças cardiovasculares e remover radicais livres do organismo.

Manga, laranja, manga, morango e pimentão: Todos eles são ricos em vitamina C, uma das principais para prevenir gripes e resfriados por aumentar a produção de leucócitos (as células de defesa)

Castanha-do-Pará, amêndoas, nozes e folhas verde-escuras: Todos eles são ricos em selênio e protegem as membranas celulares contra os radicais livres, que são liberados nas reações químicas naturais do organismo

*AS OITO MARAVILHAS DA SAÚDE*


:eight_pointed_black_star::book: *CONFIANÇA EM DEUS*
Gratidão, regozijo, fidelidade, benignidade, confiança no Amor e no cuidado de *Deus,* eis as maiores salvaguardas da saúde. CBV 281.2.

:green_apple: *ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL*
Frutas, verduras, hortaliças, legumes, raízes, cerais, sementes e grãos germinados, castanhas e nozes, constituem o regime dietético escolhido por nosso *Criador.* CBV 296.1

:apple: *ÁGUA PURA*
Na saúde e na doença, a água pura é uma das mais excelentes bençãos do *céu.* Atuando na prevenção e cura das doenças. CBV 281.2.

:green_apple: *AR PURO*
Para possuir bom sangue, é preciso respirar bem. Plena e profunda inspiração de ar puro. CBV 272.1.

:apple: *LUZ SOLAR*
O sol e o ar são grandes auxiliares da digestão, e fazem muito em neutralizar os efeitos dos hábitos errôneos. :sun_with_face: Fortalece nosso Sistema Imunológico. Te 158.5.

:green_apple: *EXERCÍCIO FÍSICO*
O Exercício físico é uma preciosa benção tanto para as enfermidades da mente como do físico. :runner:🏻♂ Contribuindo para um envelhecimento saudável . MS 107.1.

:apple: *REPOUSO*
O sono, o suave restaurador da natureza, revigora o corpo fatigado e restaura a mente, promovendo equilíbrio emocional. Preparando-nos para os deveres do dia seguinte. FC 120.2

:green_apple: *TEMPERANÇA*
A verdadeira Temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável.
Val :hibiscus: :sunflower:🕊:tulip:

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Perguntas e respostas: tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus

Secretaria da Saúde de São Paulo orienta como se proteger e o que fazer em casos de suspeita da doença

O Governo do Estado de São Paulo criou o Centro de Contingência do Estado para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus. O Centro contará com profissionais especialistas das redes pública e privada, com ênfase na área de Infectologia.

O novo coronavírus é denominado oficialmente como COVID-19, sigla em inglês para “coronavirus disease 2019” (doença por coronavírus 2019, em tradução livre). Saiba mais sobre o coronavírus, veja como se proteger e quais procedimentos adotar diante de casos suspeitos.

PERGUNTAS FREQUENTES

O que é o coronavírus?
Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.
Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Porém, alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto em termos de saúde pública, como já verificado com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Qual é a diferença entre o novo coronavírus para os outros vírus?
A doença provocada pelo novo coronavírus chama-se COVID-19, sigla em inglês para “coronavirus disease 2019” (doença por coronavírus 2019, em tradução livre).
Os primeiros casos foram registrados inicialmente na China, no final de 2019. Há registros em outros locais do mundo, com casos de mortes.

Existe vacina para prevenção ao coronavírus?
Até o momento, não. No entanto, cientistas ao redor do mundo e no Estado de São Paulo, como as equipes do Instituto Butantan, já iniciaram pesquisas para desenvolvimento de vacina. Ainda é precoce indicar se e quando ela estará disponível.

Quais os sintomas do coronavírus?
Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, semelhantes aos de um resfriado comum. Podem também causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias.
Os principais sintomas são:
– Febre
– Tosse;
– Coriza;
– Dificuldade para respirar.

O que é o “período de incubação”?
Período de incubação consiste no intervalo entre a data de contato com o vírus até o início dos sintomas. No caso do COVID-19, já se sabe que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas (14 dias), quando os sintomas aparecem desde a infecção.

Como ocorre a transmissão do coronavírus?
As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento. Neste momento está estabelecida transmissão por contato com secreções. A transmissão pode ocorrer de forma continuada, ou seja, um infectado pelo vírus pode passá-lo para alguém que ainda não foi infectado.
A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:
– Gotículas de saliva;
– Espirro;
– Tosse;
– Catarro;
– Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada;
– Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Alguns vírus são altamente contagiosos, como o sarampo, que é transmitido por aerossol (partículas no ar), com proporção de transmissão de uma para até 18 pessoas, em média. O conhecimento já registrado sobre os coronavírus indica que eles apresentam transmissão de uma para até três pessoas.

O coronavírus pode matar?
O óbito pode ocorrer em virtude de complicações da infecção, como por exemplo, insuficiências respiratórias. Os dados mais recentes da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam taxa de letalidade de 2 a 3% dos casos confirmados.

Como se prevenir contra o COVID-19?
As principais orientações são:
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
– Não compartilhar objetos de uso pessoal;
– Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
– Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
– Deslocamentos/viagens não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
– Quem viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), além de evitar a circulação em mercados de animais e seus produtos.

Como é a prevenção contra o coronavírus para os profissionais de saúde?
Profissionais de saúde devem utilizar medidas de proteção padrão para contato e gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizada máscara de precaução por aerossóis tipo N95.

O que fazer em caso de sintomas?
Assim que surgirem os primeiros sintomas, o paciente deve procurar o serviço de saúde mais próximo da sua residência. O profissional vai avaliar se os sintomas podem indicar alguma probabilidade de infecção por coronavírus, coletar material para diagnóstico e iniciar o tratamento.
A infecção apresenta manifestações clínicas parecidas com as de outros vírus e não existe tratamento específico para infecções por coronavírus até o momento. Dessa forma, no caso do novo coronavírus é indicado:
– Repouso;
– Hidratação (ingestão de bastante água e líquidos);
– Medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como: uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos); uso de umidificador no quarto; tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse.
Pacientes com sintomas mais intensos podem ser hospitalizados. A definição compete ao médico responsável pelo caso.

Como é feito o diagnóstico do COVID-19?
O diagnóstico é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz). O procedimento deve ser realizado para todos os casos suspeitos.
As amostras são encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), definido pelo Ministério da Saúde para cada região – no caso de São Paulo, é o Instituto Adolfo Lutz.

Qual é a definição de caso notificado?
Caso comunicado no sistema de monitoramento do Ministério da Saúde, abastecido diretamente pelas prefeituras. Pacientes com febre e pelo menos um sintoma respiratório, como tosse, dificuldade para respirar.
Além disso, é necessário histórico de viagem em área de transmissão local, de acordo com a OMS ou Ministério da Saúde, nos últimos 14 dias anteriormente ao aparecimento de sintomas.

Qual é a definição de caso suspeito?
Caso comunicado no sistema do Ministério da Saúde que se enquadra na definição estabelecida pela OMS. Lembrando: pacientes que apresentam sintomas respiratórios, como febre e tosse e viajaram para a China ou país com transmissão no território; pacientes que contataram alguém que viajou para este(s) destino (s) ou teve contato com um caso suspeito ou confirmado.

O que é o “comunicante” de um caso confirmado?
Comunicantes próximos são familiares, profissionais de saúde que tenham prestado atendimento desprotegidos e pessoas que possam ter tido contato próximo com o caso confirmado para COVID-19.
Os comunicantes não são considerados casos suspeitos se não apresentarem febre associada a sintomas respiratórios como tosse, coriza ou dificuldade para respirar.

Qual é a definição de caso provável?
Caso comunicado no sistema do Ministério da Saúde que se enquadra nas definições estabelecidas pela OMS, mas apresentou resultados não conclusivos para os exames realizados. Nesse caso, os laboratórios de referência farão reanálise.

Qual é a definição de caso confirmado?
Caso comunicado no sistema do Ministério da Saúde que se enquadra nas definições estabelecida pela OMS, e apresentou resultados conclusivos para os exames realizados, com positividade para o novo coronavírus.

Qual é a definição de caso descartado?
Caso comunicado no sistema do Ministério da Saúde que se enquadra nas definições estabelecidas pela OMS, mas deu negativo para o novo coronavírus.

Qual é a definição de caso excluído?
Caso comunicado no sistema do Ministério da Saúde que se não se enquadrou nas definições estabelecidas pela OMS.

Por que é importante o município fazer a notificação dentro de 24 horas? Quais providências o profissional deve adotar?
A notificação é importante para que os gestores de saúde realizem o monitoramento e as ações recomendadas, como coleta adequada de amostras para diagnóstico.
O COVID-19 é de notificação compulsória imediata, ou seja, qualquer caso suspeito e/ou confirmado precisa ser registrado no sistema oficial do Ministério da Saúde.

Onde é possível consultar números de casos suspeitos e confirmados em SP, Brasil e Mundo?
Nos canais oficiais da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Não divulgue conteúdos que não tenham sido produzidos por fontes confiáveis. Evite a disseminação de fake news.
Sites indicados:
Outras informações:

Quantos laboratórios públicos fazem o exame de detecção em São Paulo?
O diagnóstico de infecções virais pode ser realizado por inúmeros laboratórios, públicos ou privados. Porém, em questões de saúde pública, como ocorre com o COVID-19, é preciso que os exames sejam realizados pelos Laboratórios Centrais (LACENs) definidos pelo Ministério da Saúde.
Em São Paulo, a referência é o Instituto Adolfo Lutz, que tem expertise, capacidade técnica e recursos suficientes para fazer as análises de casos suspeitos no Estado.

Quais serão os hospitais de referência?
A rede estadual de saúde está preparada e organizada para receber os casos. A população deve procurar o serviço de saúde mais próximo de sua residência, caso tenha os sintomas da doença. Cabe ao médico dessa unidade avaliar e definir se é necessário encaminhar a um hospital de maior complexidade, que seja referência para atender os casos graves.
Os hospitais de referência para o tratamento de casos graves são: Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP) e Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital. No interior, HCs de Ribeirão Preto (USP) e Campinas (Unicamp), Hospital de Base de São José do Rio Preto e, no litoral, o Emílio Ribas II, do Guarujá. Juntas, essas unidades contam com cerca de 4 mil leitos, sendo mil de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Hospitais privados também podem integrar a rede, seguindo protocolos e até disponibilizando leitos, se houver necessidade. Profissionais da Saúde estadual vão reforçar os contatos com os serviços particulares para reforçar o alinhamento de estratégias e fluxos.

O que uma pessoa com sintomas deve fazer?
Procurar o serviço de saúde mais próximo de sua residência, como um Pronto Atendimento, para análise inicial. Se o quadro for compatível com a definição de caso, esse serviço de saúde deverá seguir o fluxo estabelecido pela Secretaria de Estado da Saúde.

Casos suspeitos têm sido mantidos em isolamento domiciliar. O que isso significa?
O isolamento familiar é uma conduta prevista pelo Ministério da Saúde e que pode ser indicada pelo médico, a depender da condição clínica do paciente. Consiste basicamente em manter a restrição de contatos com pessoas e ambientes externos, para evitar a circulação do vírus.

No isolamento domiciliar, quais cuidados o paciente deve ter?
Nessa condição, o paciente deve ser mantido em casa, recebendo cuidados como hidratação e repouso. Os familiares devem tomar as precauções já indicadas, como evitar compartilhamento de objetos pessoais, contatos com secreção do paciente e higienização constante das mãos e do ambiente.

Diante da confirmação do primeiro caso em São Paulo, quais providências a Secretaria de Estado da Saúde tomou?
A Secretaria de Estado da Saúde mantém o monitoramento e a vigilância do cenário local e acompanha os cenários nacional e internacional, com interlocução com todos os órgãos de saúde envolvidos. Eventuais mudanças podem ser realizadas com base em critérios técnicos e definições da OMS e do Ministério.

Qual o plano da Secretaria da Saúde para monitorar e conter a expansão de casos?
Todas as medidas serão realizadas com base nas definições da OMS e do Ministério. Em São Paulo, o Governo do Estado já tomou diversas providências.
– Centro de Contingência: criado para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus. Este grupo trabalhará de forma integrada com o Centro de Operações de Emergências (COE) que havia sido implantado anteriormente pelo Governo do Estado.
Dentre as definições do centro, destaca-se a definição dos hospitais de referência, com unidades de alta complexidade. O Centro de Vigilância Epidemiológica irá capacitar ainda mais de 3 mil profissionais da área de saúde ao longo das próximas semanas em todo Estado.
O Instituto Adolfo Lutz está preparado e possui kits diagnósticos para analisar amostras e realizar contraprova de laboratórios particulares, se preciso.
O centro contará com profissionais especialistas das redes pública e privada, com ênfase na área de Infectologia, sob a supervisão do Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann, e coordenação do médico infectologista, David Uip. A lista inclui o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e os professores Marcos Boulos (HCFMUSP), Esper Kallas, (HCFMUSP), Luiz Fernando Aranha (Unifesp), Carlos Fortaleza (HC de Botucatu) e Benedito Maciel (HC de Ribeirão).
– Plano de Risco e Resposta Rápida: criado em janeiro e divulgado dia 24, antes mesmo da notificação dos primeiros casos suspeitos no Estado.
– Centro de Operações de Emergência (COE) de SP específico para coronavírus: intersecretarial, com profissionais de saúde estaduais e representantes dos municípios.

O que é e como atua o Centro de Operações de Emergência (COE) de SP?
A Secretaria de Estado da Saúde instituiu o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública Estadual (COE-SP) com o objetivo de assessorar a Secretaria na organização e normatização de ações de prevenção, vigilância e controle referentes à infecção humana pelo novo coronavírus (2019-nCOV).
O COE contribui para a análise de dados e de informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, na definição de estratégias, preparação da rede e de ações adequadas e oportunas para o enfrentamento de emergências em saúde pública.
Haverá reuniões periódicas e/ou sempre que necessário com os integrantes do COE, a saber:
a) Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde (CCD/SES-SP);
b) Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE/CCD/SES-SP), sendo Diretoria Técnica, Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Central/CIEVS), Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória e Divisão de Infecção Hospitalar;
c) Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (CVS/CCD/SES-SP);
d) Instituto Adolfo Lutz (IAL/CCD/SES-SP), Diretoria Técnica e Centro de Virologia;
e) Coordenadoria de Regiões de Saúde (CRS/SES-SP);
f) Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS/SES-SP);
f.1) Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IER/SES-SP);
g) Coordenadoria de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde (CGCSS/SES-SP);
h) Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos de Saúde (CCTIES):
i.1) Instituto Butantan (IB/CCTIES-SES-SP)
i) Assessoria de Comunicação Social (SES-SP)
j) Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP);
k) Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP);
l) Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Município de São Paulo (Covisa);
m) Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems – SP);
n) Escritório Regional da Anvisa/SP.

O que as pessoas que tiveram contato com pacientes suspeitos devem fazer?
Valem as dicas básicas de cuidados de prevenção e prestar atenção em eventuais sinais ou sintomas. Caso aconteça, é fundamental procurar um serviço de saúde.

É recomendado o uso de máscaras de proteção?
No momento, não há recomendação para uso de máscaras para a população em geral. Quem estiver saudável, não precisa se preocupar. Mas todos devem, sempre, fazer a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel, e evitar contato com mucosas de nariz, boca e olhos.
São cuidados simples, importantes e que devem ser diários para prevenir qualquer tipo de doença.

Que cuidados deve tomar quem usa transporte público, como ônibus, trens e metrô?
Não é necessário usar máscaras, no momento. As recomendações são para cada pessoa seguir e repassar a amigos e familiares as dicas de prevenção, sobretudo a higienização das mãos.

Haverá medida de restrição ou bloqueio a pessoas com sintomas vindas de outros países?
Até o momento, o governo federal não definiu medidas nesse sentido. Qualquer decisão envolvendo fluxo internacional depende das autoridades federais.

Existe alguma medida de monitoramento de temperatura de pessoas vindas da China ou de outro país com registro do COVID-19?
Segundo o Ministério da Saúde, não há impacto efetivo em fazer a medida da temperatura na entrada no país, até porque as pessoas podem chegar ao Brasil sem sintomas.
O foco é instruir o sistema de saúde, público ou privado, para identificar prontamente os pacientes que podem se enquadrar em casos suspeitos.
A Anvisa está trabalhando com a orientação de passageiros e pacientes para a busca por serviços de saúde diante de qualquer suspeita.

O surgimento do vírus no China é associado a mercados abertos com comércio de animais. Existe alguma restrição para as feiras livres, por exemplo?
No momento não, conforme o Centro de Vigilância Sanitária (CVS) estadual. A recomendação é que as pessoas prezem pela higiene pessoal e dos alimentos que vão consumir e preparar, como sempre.

Há restrições para comprar mercadorias vindas de países com casos confirmados da doença?
O vírus tem vida de 24 horas. Tudo que vem da China, por exemplo, demora mais que esse período para chegar ao Brasil. Por enquanto, não há indícios ou evidências de que seja necessária evitar a importação de produtos.

Qual é a orientação do Estado de São Paulo para quem tem viagens marcadas para China ou outros países com registro da doença?
O Ministério da Saúde orienta que viagens para a China ou países com transmissão do vírus sejam realizadas apenas em casos de extrema necessidade. Essa recomendação vale até que o quadro todo esteja bem definido.
Como o cenário internacional do coronavírus é dinâmico, o Ministério está atualizando as áreas com transmissão local de acordo com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no link saude.gov.br/listacorona.

Quais as medidas adotadas com pessoas que chegam em portos e aeroportos de São Paulo vindas de países com registros da doença?
A atuação em portos e aeroportos é responsabilidade da Anvisa, que está trabalhando de forma integrada com a Secretaria. Um paciente detectado com sintomas antes do desembarque será abordado pela Anvisa, que aciona o serviço médico desses locais e a vigilância para que a equipe avalie o paciente ainda a bordo.
Os aeroportos estão veiculando mensagens em mandarim, inglês e português com orientações sobre sintomas e medidas para evitar a transmissão.
A Saúde estadual continuará orientando os profissionais de saúde para que estejam atentos a possíveis casos suspeitos, sigam os protocolos estabelecidos para manejo de pacientes, notificação de casos, diagnóstico e tratamento, e especialmente que reforcem as orientações à população sobre as medidas de prevenção.

Para São Paulo, qual é o risco do desembarque desses viajantes?
O potencial de transmissão do vírus ainda está em estudo e, portanto, é precoce precisar sua disseminação e grau de risco. Por isso, a Vigilância está monitorando o cenário e é fundamental que todas as pessoas sigam as medidas de prevenção, procurando médicos se necessário.

Concepções de Saúde e Doença na Abordagem Gestáltica



Para Gestalt, saúde e doença não são conceitos estáticos e podem ser entendidos como formas do organismo total tentar dar um sentido peculiar à sua existência, na busca de trocas constantes com o contexto no qual está inserido. (Fukumitsu, 2009).
Segundo Perls (1988) a pessoa relaciona-se com e no ambiente, e nas tentativas de adaptação, pode cristalizar seus modos de relação ou flexibilizá-los de formas criativas, e assim a saúde e doença tornam-se processos dinâmicos, possíveis e caracterizados pela interação.
Para Gestalt, quando o indivíduo interrompe o contato com ele próprio e com o mundo, sua saúde é prejudicada, gerando a suspensão de energia saudável. A concepção de saúde na teoria, implica em um reconhecimento da capacidade do indivíduo em manter-se em contato com seu contexto, e dentro de um processo espontâneo de escolher, pode optar sobre a melhor forma e momento de efetuar trocas com o mundo; implica em movimento para a vida, para o contato, as trocas e conhecimento. (Barbalho, 1998).
Assim, saúde é a maneira pela qual a pessoa se relaciona com o mundo à sua volta, quando visa o equilíbrio organísmico, a possibilidade de auto regulação satisfatória com o meio (Rodrigues, 2000).
Cada indivíduo tem uma forma de ser, atuar e estar no mundo, que pode conter limitações, diminuindo suas possibilidades de contato. Mas considerando o ser humano holisticamente, ele não está ausente, se percebe que muitas vezes, em tais relações ele se prevê parcialmente, não usando todos os recursos de que dispõe. Logo, tal limitação em viver e entrar em contato com mundo, também poderá se manifestar em seu corpo (Rodrigues, 2000).
A doença também é vista como a forma física que pode expressar um conteúdo invisível vivido pela pessoa. O sintoma surge como uma linguagem metafórica, expressando o vivido em seu contexto existencial. Geralmente a doença é vista como algo independente do doente, contudo, a partir de uma visão holística da pessoa, a doença faz parte e se relaciona não só com o corpo físico e as atividades que interferem diretamente nele como alimentação e esforço físico, mas também com o contexto relacional e com as atitudes do indivíduo consigo mesmo e frente à vida. Assim, o sintoma físico surge como um sinal de alerta, que traz uma intenção e vem carregado de mensagens e significados. (Brandão,2003)
A Gestalt está centrada no conceito de contato, que se compreende a partir da dinamicidade do conceito de formação e destruição de Gestalten. Porém não basta formar e destruir, é importante fechá-las, pois só assim o processo segue seu curso e o contato pode ser sentido como excelente pois nada ficou em aberto. Esse é o caminho da saúde, pois quanto mais Gestalten inacabadas se tem, menos se é saudável e mais pobre é o contato. Fechando-as, significa se tornar senhor de si mesmo, e encontrar o próprio sentido e a própria fisionomia. (Ribeiro, 2007)
É importante ficar atento a cada necessidade que surge, atendendo-as, cada qual com sua urgência e prioridade. A doença implica em necessidades não satisfeitas, implica na perda da totalidade organísmica, ou seja, quando o organismo não segue seu curso natural de satisfação, seja psicológico ou fisiológico, por meio da homeostase, ele adoece mostrando uma forma – “ajustamento criativo” – de dizer que há algo errado. (Ribeiro, 2007)
O conceito de ajustamento criativo dá-se a partir do relacionamento organismo-meio, onde a pessoa entra em contato, se recria ou se ajusta constantemente às novas situações, de forma saudável criando condições para o seu próprio crescimento e bem-estar. Nem sempre os processos de ajustamento criativo levam a crescimento saudáveis, pois às vezes, a pressão no decorrer da vida é tão forte que a pessoa desenvolve defesas que acabam por limitá-la em sua existência. No entanto, essas defesas devem ser vistas como a melhor resposta que a pessoa pode criar no momento em questão, a melhor forma de encarar tal situação. (Yontef, 1998).
A doença pode ser vista como um momento de crise, de transição, como uma oportunidade de mudança, de aprender e desenvolver uma nova forma de vida e de expressar-se de modo mais aberto e direto no mundo. Assim, saúde é “um equilíbrio apropriado da coordenação de tudo aquilo que somos” (Perls, 1977, p. 20). “Saúde e doença são um processo em contínua alteração, são como figura e fundo em uma totalidade, cuja energia varia na razão em que se alteram os campos onde a realidade, pessoa ou coisa, se manifesta dinamicamente” (Ribeiro & Alvim, 1997, p. 32).


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§  Saúde e doença não são conceitos estáticos e podem ser entendidos como formas do organismo total tentar dar um sentido peculiar à sua existência, na busca de trocas constantes com o contexto no qual está inserido. A Saúde é a maneira pela qual a pessoa se relaciona com o mundo à sua volta, quando visa o equilíbrio organísmico, a possibilidade de auto regulação satisfatória com o meio.
§  A pessoa relaciona-se com e no ambiente, e nas tentativas de adaptação, pode cristalizar seus modos de relação ou flexibilizá-los de formas criativas. Quando o indivíduo interrompe o contato com ele próprio e com o mundo, sua saúde é prejudicada, gerando a suspensão de energia saudável.
§  Cada indivíduo tem uma forma de ser, atuar e estar no mundo, que pode conter limitações, diminuindo suas possibilidades de contato. Holisticamente, se prevê parcialmente, não usando todos os recursos de que dispõe e tal limitação em entrar em contato com mundo, poderá se manifestar em seu corpo.

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§  A doença também é vista como a forma física que pode expressar um conteúdo invisível vivido pela pessoa. O sintoma físico surge expressando o vivido em seu contexto existencial e com atitudes consigo mesmo e frente à vida.  É como um alerta, e vem carregado de significados e pode ser a oportunidade de mudança, de expressar-se de modo mais aberto e direto no mundo.
§  A Gestalt está centrada no conceito de formação e destruição de Gestalten. Porém não basta formar e destruir, é importante fechá-las, pois só assim o processo segue seu curso e o contato pode ser sentido como excelente pois nada ficou em aberto. Fechando-as, significa se tornar senhor de si mesmo, e encontrar o próprio sentido e a própria fisionomia.

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§  A doença implica em necessidades não satisfeitas, implica na perda da totalidade organísmica, por meio da homeostase, ele adoece mostrando uma forma – “ajustamento criativo” – de dizer que há algo errado. Isso se dá a partir do relacionamento organismo-meio, onde a pessoa entra em contato, se recria ou se ajusta constantemente às novas situações, de forma saudável criando condições para o seu próprio crescimento e bem-estar.
§  “Saúde e doença são um processo em contínua alteração, são como figura e fundo em uma totalidade, cuja energia varia na razão em que se alteram os campos onde a realidade, pessoa ou coisa, se manifesta dinamicamente”.


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